quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

É NATAL...
 
Hoje sinto que o Natal está à porta e bate.
E esse clima aconchegante embriaga o meu coração.
Quero partilhar com vocês toda a paz que essa data nos traz
na certeza de que temos em Cristo um salvador.
Que o Natal seja todo dia!!!
 
Um abraço em Cristo!
 
 

domingo, 10 de novembro de 2013

Audiodescrição:
Vendo Através das Palavras

A audiodescrição é um recurso de fundamental importância para quem tem deficiência visual. Muitas vezes, não somente cegos, mas também quem tem baixa visão precisa e gosta de utilizar esse recurso como um meio de se conhecer "o mundo" através das palavras. Uma audiodescrição bem feita, faz com que possamos perceber toda a "cena" como se realmente a estivéssemos vendo. Pensando na oportunidade de direitos de nossos alunos, escolhi um curta-metragem da turma da Mônica que trabalha de forma divertida um tema muito abordado tanto na educação infantil, como nos anos iniciais do ensino fundamental: Educação e Boas Maneiras. Esse projeto tão necessário e recorrente em nossas escolas, pode e deve contar com todos os recursos que possam fazer com que qualquer aluno seja atingido e se sinta incluído na proposta. Bom vídeo!!!

 
 Acesso em 10 de Novembro de 2013

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

 
UTILIZAÇÃO DA CAIXA SURPRESA NO TRABALHO COM O ALUNO DI
 

Recurso composto por um cubo de EVA com uma abertura na lateral por onde os objetos são inseridos dentro da caixa. A abertura serve também para que o aluno possa inserir uma das mãos para tocar o objeto.
A caixa surpresa permite trabalhar de diferentes modos a percepção tátil sinestésica, discriminação de formas e texturas, atenção, memória, fixação e transferência de conhecimentos. Dentre as várias possibilidades de atividades podemos propor:
Opção A: Dentro da caixa coloca-se um material com determinada textura ou forma e colocando a mão através da abertura lateral a criança deverá tentar adivinhar em que objeto está tocando ao ir citando suas características.
Opção B: São apresentados diferentes objetos para a criança que em seguida será virada de costas para a mesa. Escolhe-se um dos objetos apresentados para ser colocado dentro da caixa. Quando a criança é virada novamente, deverá citar qual dos objetos está faltando sobre a mesa. Em seguida o professor a convida a colocar a mão dentro da caixa para confirmar se sua opção está correta.
 
 

Opção C: O professor poderá também esconder previamente um objeto dentro da caixa a fim de que a criança descubra qual é esse elemento. O professor deverá dar pistas ao aluno que caracterizem esse elemento e levem ao raciocínio lógico.

 
 
 

sábado, 7 de setembro de 2013

Virador de Páginas
 
A leitura tem importância fundamental na aquisição de conhecimentos. É através do contato com o mundo escrito que ampliamos nosso repertório de palavras, aprendemos sobre infinitos temas, nos informamos sobre o que acontece no mundo, nos distraímos e divertimos.

No entanto, para alguns a prática da leitura se torna dificultosa pelo comprometimento funcional dos membros superiores. Leves restrições ou dificuldades nos movimentos de braços e mãos tornam-se um grande empecilho na hora de manusear livros, jornais e revistas.

Há certamente recursos de alta tecnologia que podem nos auxiliar a superar tal dificuldade, no entanto o virador de páginas em EVA me chamou muito a atenção devido a sua praticidade e eficiência, além de ser fácil de confeccionar e de baixíssimo custo.
 



 

Trata-se de uma luva de dedo confeccionada em um pequeno pedaço de EVA e colado com cola quente, que possui na sua extremidade um pedacinho de velcro (macho), que em contato com o velcro (fêmea) colado anteriormente ao pé de cada página, permite ao usuário a habilidade de folhear sozinho livros, revistas e outros portadores de texto.

O uso desse recurso de baixa tecnologia permite aos nossos alunos autonomia e controle para realizar leituras e estudos, ampliando assim seu interesse pela literatura e pelo mundo da escrita.

sábado, 29 de junho de 2013

O TRABALHO DO PROFESSOR DE AEE NA SRM

O professor de AEE é agente importante na implementação de estratégias que contribuam para a complementação ou suplementação da aprendizagem de alunos com deficiência ou altas habilidades. Ele estuda o aluno e suas dificuldades para descobrir como ajudá-lo a superá-las.

O professor de AEE define os objetivos a serem conquistados e propõe ações em parceria com o professor de sala de aula comum, planeja atividades na SRM e determina o período de desenvolvimento do plano.

O primeiro passo do professor de AEE é realizar o estudo de caso, que lhe proporciona meios para conhecer seu aluno fora da sala de recursos multifuncionais para assim ser capaz de esclarecer a natureza de seu problema e poder iniciar a construção do plano de atendimento.

Neste estudo são realizados encontros do professor de AEE com a família do aluno e professor da sala de aula regular. O professor acompanha e observa o indivíduo no ambiente escolar e realiza avaliação na SRM. Tais ações possibilitam a descoberta das potencialidades do indivíduo para a aprendizagem e interação na sala de aula, identificar a natureza de suas dificuldades, perceber os interesses e desinteresses do mesmo, descobrir o que o motiva ou desmotiva, o que o deixa agitado ou descontrolado, assim como pensar em recursos ou estratégias que possam auxiliá-lo na superação suas dificuldades.

O estudo de caso é, portanto, o passo inicial para se realizar um atendimento que traga resultados satisfatórios, visto que é preciso conhecer a fundo o aluno e o meio em que ele vive para iniciar uma intervenção que seja capaz de surtir efeito.

À partir da coleta de informações e da realização de pesquisas que nos ajudem na escolha dos melhores caminhos, é elaborado o plano de AEE. Esse plano precisa ser individual e tratar das especificidades de cada aluno, traçando estratégias e recursos que ajudem-no na superação de suas dificuldades tanto em sala de aula como em suas atividades de vida diárias.

O professor da SRM precisa revisar periodicamente o plano de AEE afim de avaliar seus resultados e a necessidade de mudanças, implementação de novos recursos ou o estabelecimento de outras parcerias que possam vir a melhorar o atendimento ao aluno contribuindo para seu pleno desenvolvimento e participação nas atividades.

sábado, 25 de maio de 2013

Galera, se vocês querem conhecer mais blogs sobre esse tema, acessem os endereços abaixo e confiram o que os colegas postaram pra gente:
 
www.praticainclusao.blogspot.com.br  (Clara Tatiana)

www.aeeinclusao2013.blogspot.com.br  (Alexsander Luís)

www.aeeemilia.blogspot.com.br  (Maria Emília)

Tá muito bacana! Vamos divulgar!

sexta-feira, 24 de maio de 2013


 
"Temos o direito de sermos iguais
quando a diferença nos inferioriza;
temos o direito de sermos diferentes,
quando a igualdade nos descaracteriza."
Boaventura de Souza Santos

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Esse vídeo é suuuper! Rachei de tanto rir!
 

Às vezes me sinto meio assim: PERDIDA COM TANTA NOVIDADE!  "Como abro isso?" "Como mexo naquilo?" "Como faço pra fechar sem perder nenhum dado importante?" Totalmente perdida com coisas tão simples que até crianças fazem. E fazem o tempo todo...
 

EDUCAÇÃO INCLUSIVA – BRASIL ESCOLA

 
O site da Brasil Escola publicou um texto super bacana sobre a Educação Inclusiva.O texto começa nos remetendo à LDB 9.394/96 que entre outras coisas, rege o direito de todos os portadores de necessidades especiais a uma Educação Inclusiva gratuita e de qualidade, independente de sua deficiência ou do grau de comprometimento causado por ela.

Logo em seguida, a falta de preparo dos professores para receber em suas classes esses alunos é colocada em foco juntamente com a necessidade de recursos físicos e didáticos apropriados nas instituições que muitas vezes não são adequadas para fazer com que a inclusão de fato aconteça.

Vale à pena conferir o texto completo em:


EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA
NOVAS POSSIBILIDADES DE APRENDIZAGEM

Patrícia Kelly de Carvalho Miranda
Betim, 13 de maio de 2013
 

Em um mundo globalizado é cada vez mais comum a aprendizagem em ambientes virtuais. O ensino semipresencial ou à distância favorecem a difusão do conhecimento e propiciam a administração do tempo de estudo conciliado com as demais atividades diárias, sejam elas pessoais ou profissionais.

É essa liberdade de organização pessoal que para muitos faz a diferença na hora da escolha.  No entanto, para que um curso à distância seja realmente produtivo e enriquecedor, não basta que a instituição e professores sejam referência em qualidade. É preciso organização e dedicação por parte do cursista que deve reconhecer-se como ser em construção e estar aberto à busca por conhecimento, pois é o conjunto de ações que cada um desempenha que faz a diferença no fim da jornada.

Cada um precisa ser agente na construção de seu próprio conhecimento e, para tanto, deve manter aceso o interesse e a vontade de saber, tendo autonomia na realização de estratégias que possam contribuir para a superação da distância que tantas vezes incomoda ou acomoda os cursistas.

A educação à distância é um caminho promissor na difusão do conhecimento quando estamos realmente interessados na troca de experiências e na busca pelo saber. No entanto, quando se perde o foco, a educação à distância se torna desmotivante, pois quando estamos juntos em uma sala de aula, é mais fácil criar vínculos que favoreçam a aprendizagem. Juntos podemos pensar estratégias onde cada um colabore com o outro na aquisição de conhecimentos e conquista da autonomia pedagógica. Aliás, esse modelo, embora antigo e talvez considerado ultrapassado por muitos, não pode ser desconsiderado. O contato com o outro, a troca de experiências e o agrupamento na busca conciente por respostas, é o que nos norteia à séculos e torna a educação viva e pulsante.

O ambiente virtual, porém, não nos limita ou impede de interagirmos na busca por conhecimento. A interação com o outro pode e deve acontecer, mas para isso é preciso nos inteirarmos dos meios e possibilidades disponíveis e fazer seu uso constante de forma proveitosa. O desejo de ir além ou a acomodação e inércia é o que nos dará o norte.

Aprender é estar na busca constante pelo que não se sabe e querer saber sempre mais sobre aquilo que se julga conhecer.

Quando vemos a educação on line como o mar de possibilidades que realmente é, cabe a cada um decidir se apenas molhará os pés nas ondas ou mergulhará fundo nesse oceano.